~#LENDA DA BOCA CORTADA#~
05/03/2011 02:56
(Ps: No Japão, é costume usar máscaras, parecidas com as que médicos usam em cirurgias,para evitar contaminar os outros quando se está doente ou algo parecido e vice-versa).
O samurai muito nervoso com o que tinha acontecido, então ataca sua mulher cortando-lhe a boca de ponta a ponta gritando: "E agora? quem vai te lhe achar bonita?!"

Kuchisake-Onna
Kuchisake Onna (mulher de boca cortada em português) é uma personagem do folclore de terror japonês.
A imagem mais comum é de uma mulher muito bonita e sedutora, belos olhos e cabelos usa uma máscara que tapa a região da boca.
É alta,de longos cabelos negros e um casaco longo, geralmente armada com uma tesoura.A máscara esconde um grande corte que aumenta o tamanho da boca, indo praticamente de orelha a orelha. Algumas versões afirmam que ela tem muitos dentes afiados como os de um tubarão.
(Ps: No Japão, é costume usar máscaras, parecidas com as que médicos usam em cirurgias,para evitar contaminar os outros quando se está doente ou algo parecido e vice-versa).
A história se passa no período japonês chamado Heidan (Heidan Jidai - 794 - 1185).
Nesse período existiu uma mulher que era esposa (ou amante, não se sabe ao certo) de um samurai, essa mulher era muito bonita e cobiçada por outros.Por ela ter essa beleza única seu marido tinha ciúmes e temia que ela o traisse com outro homem.E de fato ela o traiu.
O samurai muito nervoso com o que tinha acontecido, então ataca sua mulher cortando-lhe a boca de ponta a ponta gritando: "E agora? quem vai te lhe achar bonita?!"
É apartir daí que começa as assombrações.As pessoas falam que ela costuma aparecer em noites nubladas com uma máscara cirúrgica.Com esse disfarce ela pode muito bem passar despercebida pelos outros pois é normal no Japão as pessoas andarem com máscara, para evitar de passar a gripe para outra pessoa.
De qualquer forma,quando Kuchisake Onna pergunta para sua vítima "Watashi kirei?" (Você me acha bonita?), se a pessoa responde sim, ela retira a máscara e pergunta: "Mesmo assim?".
